quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
do dia que nasceu Rocco, filho de leandro e nina
as rês astral
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sobre uma maga da floresta cantada

fico feliz q sejas essa pessoa planta que és... feliz em poder cantá-la.
bárbara maravilha
saída figura de boi,
máscara de leão-macaco-gente,
máscara ita-liana de couro de ganho,
do teatroó, circoó,
da 'comédia, del arte',
Voei de exu volante,
bomba-gira cor tiê,
e erê em cintilação.
Saí de gentes azul,
de bigode pronto e sobrancela colada.
Aíndia presente e a valha raposa rosa.
nos arecifes velhos e antiílhas,
nas várzeas pintassilgas...
e as cinzas nos boi ressucitandos em olinda alta.
Bom ver os rostos do cotidiano de meu novo sertãozinho,
(padaria mercado parada de ônibus...)
no sorriso da festaria.
Muitos os abraços de bem e portes,
sendindo a vizinhança de apito.
Semente saltante e córdova.
Ova ave avé nos parararóis das pombas,
uma linda limpeza de umbanda
de mais carteira,
domingo, 24 de janeiro de 2010
coisas de bicho
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
malagueño
Natural com Bacon.
(uma Atlântida em Plutão... uma nova em Platão).
terça-feira, 3 de novembro de 2009
jacarés e almanaques.
compartilho cá um editorialzim de fim, pra começo de história.
com_um beiju.
Querida Lunduz de outubro,
Estabeleço essa comunicação para que se saiba um pouco a escala tonal que esse mês foi conseguindo, desde as ciganas velhas que apareceram e as velhas ciganas que teimam em se eremitar, às dicas 'acadêmicas' do professor Michelotto, que têm sido de suma importância para que as veias abasteçam as canetas imateriais da prosa poética, (nos 5 minutos de escrita de cada dia, que venho tentando feliz). AgradeCida, ainda, ao contato herança afeto que me permitiu mais proximidade com o entendimento holístico dos almanaques, ampliando minha maneira almanáquica de entender o mundo, e a abertura de me entender mais dentro dele, sendo uma mãe menos carente e mais amorosa, pois que há A poesia em todos os lugares, e toda ela é o espelho sincrônico, (é uma guinéz). Já, quanto aos contornos e às posturas celibáticas, pinto as manhãs celestes no emaranhado do trãnsito e em terras estreladas do Centro-Oeste brasileiro. Por fim.. durmo pensando ainda, que até mesmo quando penso nos jacarés filhos de aves - aqueles que comem as mães na adolescência, os jacaré edipianos, imperfeitos, sorumbáticos - penso em como é sempre bom o encontro, e que nunca é 'des' .
10.10.2009
Guiné da Selva.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
-nunca tinha visto uma mosca tão estranha...tou olhando ela muito de perto. consigo ver as linhas das asas... aiai. pensei em tirar ela com as mãos de concha e jogar pela janela. muito labor. quando eu desligar o computador acho que ela relaxa.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
à jornada de estudos sobre etnicidade
Licenciatura em Ciências Sociais.
Universidade Federal de Pernambuco.
“Entre palmeiras e urnas funerárias”:
Pensando a poética da Coleção Etnográfica Carlos Estevão de Oliveira.
Resumo:
No âmbito das coleções etnográficas, partindo de minha experiência de imersão no Projeto de: memória, documentação, e pesquisa com a Coleção Carlos Estevão de Oliveira, trazer reflexões amplas a respeito dos contextos históricos que acabaram deixando essas coleções na invisibilidade à importancia da existência dessas coleções nos dias de hoje. Pensando na quantidade de coisas que essas coleções nos têm a dizer, e que temos a significar nelas, entendendo - na amplitude semântica, na dimensão ‘almanáquica’, no potencial transdisciplinar que há nesses conjuntos diversos - a fortuna deles enquanto campo de pesquisa. Pensar ainda - prismando dos afetos - 'raízes' e significados dos processos e das escolhas que ao longo do tempo têm sido fundamentais para compor os caminhos e os contextos atuais desses objetos etnográficos, entre processos de patrimonialização e estorvo.
ALmanach

Lê-se a voz do princípio da ciência
Mãe - a terra - que é chão por excelência
Amorosa, transmite o B- A, BÁ
Norteando nas artes do plantar
Ampliando a semente e o seu gozo
Quando vem em um vento tempestuoso
Umedece estremece cada grão
Escurece e clareia a imensidão
Sorte alada da Poupa, e o seu pouso.
Soluções das clarezas intuitivas
Ordenadas na força do que vem,
Burilantes das buscas criativas
Resvalando os cenários das cativas
Estruturas mentais dos rios de além.
Almanaques fluindo dos umbrais
Luminosos os grãos da ampulheta
Mares certos, e sons de escaletas
Arenosos, desertos, e gerais
Navegantes divinos imortais
Arabescos sertões de outros egitos
Quão os berros vibrantes dos cabritos
Universos dedilham finas cordas
Então cá explicamos pelas bordas
Sábias cores dos quadros infinitos.
Luas e sóis perpétuos para vocês!
Anaíra Mahin
Outubro de 2009, Recife.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
por falta do que dizer
nunca diferente
um desses dias, ele escovou os dentes
e saiu de casa igual
no entanto, sofreu um acidente...
ficou bem mal,
meio demente.
aquela, a quem ele xingava todo dia
limpava seu cocô
não achava ruim mexer com merda
ele viveu ainda um pouco,
e morreu bem limpinho.
outubro, 2009
da conservação

eu tava falando de que mesmo?
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
em meia taça!
autores coadjuvantes:
manuel de barros escrevendo de barba
mário de andrade sorrindo de óculos
paulo micheloto arengando adesso
thiago de mello paraense amoroso
pedro almodovar colorindo o lábio
roger bastide abraçando um toco
paulo freire aprendendo o barro
levi strauss virando semente
lourival holanda no silêncio
agostinho neto sendo avô
eliza lucinda lunando...
ud-din rumando*
miró se espremendo
marx manuscritando
mauss sendo dadivoso
frança em cima da mesa
minha mãe me amamentando.
Museo do esztado de pernambuco,
set ou outubro de 2009.




